Dicas de Mãe Archives - Página 3 de 6 - Pensando Estilo
Sugurança das crianças no trânsito
21/02/2015

O assunto de hoje é sobre Segurança no trânsito. Infelizmente o número de mortes de crianças entre 0 e 14 anos no trânsito ainda é alto.

Eu sempre gosto de dizer que – tudo que o bebê fará a partir do nascimento será ensinado – então, se um bebê ou criança não gosta de andar no bebê conforto/cadeirinha ou chora muito, é porque em algum momento foi ensinado que se ela (o bebê/criança) persistir no choro ou drama, ela terá o que quer.

Claro que no começo é difícil fazer um bebê ficar o tempo todo quietinho no bebê conforto, porém se você sempre colocá-lo quando sair de casa e caso ele chore muito pegá-lo, confortá-lo e colocá-lo novamente no bebê conforto, em algum momento ele vai ficar sem chorar porque você ensinou que no carro têm que andar no bebê conforto e cadeirinha e se sentirá confortável e até dormirá nas viagens.

Se seu filho(a) não é mais bebê e você está tentando acostumá-lo a andar na cadeirinha, comece mostrando figuras e explicando bastante o porquê da importância dele andar com segurança e seja persistente, afinal você é a autoridade da relação.

A preocupação com a segurança do seu filho no carro deve ser a mesma que você tem, na cozinha, na piscina, nas escadas, pois o risco de acontecer um acidente é o mesmo, ou até maior, devido ao fato de que a mortalidade em acidentes de trânsito é maior que outros acidentes conforme gráfico abaixo do Ministério da Saúde de 2012.

gráfico acidente criança trânsito

Considerando-se o tipo de acidente de trânsito, os atropelamentos e as lesões em passageiros de veículos são as principais causas de morte até 14 anos. Esses eventos poderiam ser evitados com medidas preventivas e educativas. Em acidentes com crianças transportadas em veículos, o uso do dispositivo de retenção (bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação) reduziria as chances de lesões graves – e de morte – no caso de uma colisão. Estudos americanos demonstram que as cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem em até 71% o risco de morte por acidente. Fonte – Criança Segura Brasil.

Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2012, indicam a seguinte relação entre o total de mortes e os tipos de acidente de trânsito:

• 584 mortes por atropelamento;

• 547 mortes entre passageiros de veículos;

• 170 mortes entre ocupante de motocicleta;

• 136 mortes entre ciclistas;

• 425 mortes por outros acidentes de transporte (incluindo-se aqui acidentes de transporte aéreo, por água, e outros de transporte não especificados).

Sendo assim, o ideal é transportar seu filho sempre no dispositivo de segurança de carro de acordo com a idade, independente de ser uma viagem curta ou longa, pois o impacto de um acidente de carro, mesmo com velocidade mínima é grande em uma criança, principalmente bebê. Abaixo, uma figura mostrando as indicações do uso do dispositivo em cada etapa.

transito crianças

 





Liquidação Alphabeto (Tudo por até 59,95) e lookinhos para o feriadão de carnaval
14/02/2015

Se ainda não comprou fantasia ou roupinhas altamente confortáveis e de qualidade para seus pimpolhos usarem nesse feriadão carnavalesco, ainda dá tempo de passar na Alphabeto, a loja infantil que recomendei a vocês nesse post AQUI. Aproveita que o preço máximo tá em R$ 59,95, ou seja, uma maravilha! A coleção de carnaval tá um encanto! Muita coisa boa que sai bem em conta mesmo e a criançada vai amar! 

A Alphabeto fica no Shopping da Ilha, em frente  ao Clube das Estrelinhas, no 2º piso. Funcionará normalmente amanhã e retorna o funcionamento na quarta-feira, 18, às 16 horas.





EXPERIÊNCIA “ROUBADA”
09/02/2015

Nesse artigo, a nossa colaboradora Lorena Braga nos confidencia o que a levou a escolher a profissão de Baby Planner, alerta as gestantes sobre os tipo de parto e as consequências desta escolha. 

Na minha primeira consulta com a ginecologista obstetra, informei que queria parto normal. Tudo bem! Disse ela. As demais consultas foram de praxe, tirando algumas dúvidas, mas nada aprofundando. Em uma determinada consulta, ela me falou de uma paciente que entrou em trabalho de parto com 35 semanas e que ela não estava conseguindo nenhum hospital ou clínica pra a paciente ter seu bebê. A ginecologista teve que sair pra ir no hospital ao lado pra ver se eles aceitavam a paciente dela nessas condições. Voltou e terminou minha consulta dizendo que isso era uma das coisas que poderia acontecer comigo optando pelo parto normal, ficar andando pela cidade sem ter vaga nos hospitais. Primeiro choque.

O segundo choque foi quando estava com 38 semanas e ela fez o toque pra saber se minha filha estava encaixada. Não estava. E disse que no dia do parto iria fazer esse toque regularmente, sendo que é super desconfortável (não havia necessidade deste toque, pois ela poderia saber se minha filha estava encaixada apenas verificando a parte mais baixa da barriga). No final desta consulta saí de lá marcando meu parto cesáreo.

Minha filha nasceu de 39 semanas, aparentemente bem. Minha recuperação foi muito boa, fazendo com que acreditasse que realmente foi a melhor escolha.

Com uma semana após o parto comecei a ter pensamentos negativos me perguntando o que fui inventar de ter filho agora, que não queria mais ter filho depois dela, fiquei estressada, angustiada e ansiosa, além da privação de sono. Fui à internet várias vezes pesquisar pra saber se estava com depressão pós-parto. Não estava. Era apenas uma melancolia que atinge cerca de 80% das mulheres. Em alguns momentos chorei.

As coisas começaram a melhorar com dois meses. E eu comecei a perguntar onde estava o amor incondicional, indescritível que todas as outras mães falavam. Eu amava minha filha, mas não da forma como as mães descreviam o amor de mãe. E esse amor de mãe só começou a surgir a partir de quatro meses de vida da minha filha, na fase onde começa uma troca, a dos olhares e dos sorrisos. O amor surgindo da convivência e assim esse amor ia chegando e aumentando cada vez mais.

Então, minha filha já com sete meses, descobri minha segunda gestação! Fiz o pré-natal com a mesma médica, afinal, até então não tinha informação. A única opção que tinha era cesárea, pois o tempo da primeira cirurgia pra segunda foi muito curto, teria risco de hemorragia se tentasse o parto normal (a partir de 2 anos de cesárea a mulher poder ter um parto humanizado sem problema).

Com 36 semanas, ela verificou que meu filho não tinha ganhado muito peso, pediu pra fazer novamente com 37 semanas e no ultrassom deu que ele estava com cordão umbilical enrolado (cordão umbilical enrolado não é motivo para parto cesárea). A justificativa dela foi que ele não estava ganhando peso por causa do cordão enrolado, precipitando o parto para o início de 38 semanas (como tinha o feriado da Semana da Pátria, ela ainda me colocou medo dizendo que ia viajar e que corria o risco de nascer no feriado e não ia ter equipe suficiente pra fazer a cesárea). Conclusão: logo ao nascer, meu filho teve que ficar algumas horas no respirador, refletindo em problemas de respiração até hoje.

O processo do pós-parto foi mais tranquilo do que o da minha filha, até mesmo pela experiência da primeira gestação, mas o amor incondicional aconteceu da mesma forma, com a convivência.

Diante dessa experiência, acabei decidindo me profissionalizar em dar assessoria e consultoria da gestação ao pós-parto e me tornando Baby Planner. E dentro dos meus estudos aprendi sobre os diferentes tipos de parto: CESÁREA, NORMAL, NATURAL E HUMANIZADO. Hoje eu sei que fui mais uma vítima desse sistema capitalista, onde o que importa é quanto vão receber e não a saúde da mulher e do bebê.

O que é cada um:

- O parto cesáreo é uma intervenção cirúrgica onde o bebê é tirado da barriga da mãe sendo extremamente necessário em alguns casos, e não na maioria. O índice ideal em um país seria de 15%, sendo que no Brasil em redes públicas é mais de 50%, e em redes privadas entre 70 e 90%.

- O parto normal é por via vaginal, porém com intervenções médicas tais como: analgesia, ocitocina sintética, episiotomia, etc, sem contar que quem diz o que fazer é o médico e não a mulher.

- O parto Natural, como a própria palavra diz, é o mais natural possível, sem ter uma equipe que ampare essa gestante.

- O parto humanizado é o parto natural, porém, assistido, com uma equipe que coloca as decisões da mulher em primeiro lugar. A mulher tem o poder de decidir em que posições quer ficar, se quer massagem, se quer em casa ou no hospital, enfim, ela tem o poder de decisão e escolhas.

A diferença é que o parto humanizado respeita o papel da mulher no momento mais importante da vida dela, respeita o tempo dela e do bebê.

Hoje com essas informações sei por que as pessoas querem resgatar esse tipo de parto. Quando você permite entrar em trabalho de parto sem nenhuma intervenção o seu corpo libera um coquetel de hormônios (ocitocina, prolactina, endorfina e adrenalina), chamados de hormônios do amor, que fazem com que a mulher entre em êxtase. Esses hormônios são importantíssimos no pós-parto, através do acolhimento, carinho e amor e também na descida do leite.

Foi aqui que percebi porque não me apaixonei à primeira vista pelos meus filhos. Por que no meu caso, meu corpo não foi inundado pelos hormônios do amor. A mulher que passa por essa experiência do parto humanizado normalmente ama seu filho incondicionalmente desde o primeiro dia. Nesses tipos de parto praticamente não existe depressão pós-parto, nem melancolia.

O parto normal seguindo os padrões de hoje é tão prejudicial para a mãe e bebê quanto o cesáreo. A ocitocina sintética utilizada para acelerar a dilatação inibe o hormônio natural de produzir. Assim, ela passa pelo parto sem receber esse coquetel de hormônios.

O ideal é deixar seu corpo falar, deixar o bebê dar o sinal que está pronto para vir ao mundo, deixar as contrações fluírem naturalmente. Nós sabemos parir! Não deixe de acreditar em você e seguir seus instintos. Se tiver que mudar de médico, mude! Afinal, você é a protagonista do seu parto e não ele!

A minha função como Baby Planner é sobretudo informar. Sem informação não há escolha.

Se informem, leiam que vão descobrir muito mitos e histórias inventadas pra que você acabe caindo nesse sistema injusto com nós mulheres e mães.

Saibam que aqui em São Luís já tem médicos obstetras, enfermeiras obstetras e doulas que trabalham de forma humanizada, e também hospitais e clínicas.

A minha intenção escrevendo isso é plantar uma sementinha de curiosidade pra que queiram saber mais sobre esse tema, disseminar o Parto Humanizado pra que tenham a oportunidade que não tive, de escolher.

 

Lorena Braga, baby planner e consultora de amamentação

Fundadora da Minha Baby Planner

Está passando por essa fase com algumas dificuldades? Entre em contato conosco:

(98)9144-5115 / lorena@minhababyplanner.com.br 





Roupas infantis da Alphabeto
03/02/2015

Uma das marcas de roupas infantis que mais recomendo aqui em São Luís é a Alphabeto. A grife está no mercado há 20 anos, com mais de 50 lojas pelo Brasil, fazendo roupas para meninos e meninas de 0 a 14 anos e cumpre muito bem seu objetivo principal que é vestir crianças com peças confortáveis, práticas e estilosas a preços acessíveis.

As peças trazem estampas exclusivas, lúdicas e divertidas.

Um dos pontos mais positivos é o conforto. Eu visto meus filhos com as roupas da Alphabeto desde que abriu a franquia no Shopping da Ilha aqui na cidade, pois faz roupas infantis exatamente como devem ser: macias ao toque, alegres, gostosas de vestir, permitindo que a criança se sinta livre e à vontade para brincar. E tudo isso por um preço muito em conta. A relação custo/benefício é excelente. Vale muito a pena conferir!

 

A Alphabeto fica no Shopping da Ilha – Avenida Daniel de La Touche, 987 – Cohama, São Luís – MA, Telefone:(98) 3311-8323, aberta das 10:00 – 22:00.





Desmame precoce – Por que acontece?
28/01/2015

Esse artigo é da baby planner Lorena Braga. Se você perdeu o post em que falo sobre essa profissão, é só clicar AQUI.

Quando o bebê nasce, primeiramente a mãe produz o colostro, importantíssimo por conter muitos nutrientes. Nesse primeiro momento, o bebê mamar 15 min em cada peito é o suficiente. Além de adquirir os nutrientes do colostro vai estimular a descida do leite propriamente dito.

A mãe começa a produzir Leite Materno entre o 3º e 5º dia de vida do bebê. Por isso não há a necessidade de completar com qualquer outro líquido, pois o colostro é suficiente pra nutrir seu bebê.

A pega correta é muito importante pro processo da amamentação. Quando o Leite Materno “desce” vem em grande quantidade. O que acontece a partir daí?

• Se o bebê ficar mamando só no bico do peito, ele vai cansar mais rápido e não vai conseguir mamar o suficiente;

• Se ele não mama o suficiente, seu peito vai ficar cada vez mais cheio, podendo ocasionar um ingurgitamento (leite empedrado), ou pior, uma mastite;

• Se o seu peito empedra ou tem uma mastite, vai ser cada vez mais difícil e cansativo pra ele mamar.

Isso ocorrendo, seu filho possivelmente vai chorar muito, ficar irritado, não vai dormir direito e principalmente, não vai ganhar peso.

Nesse caso, em uma ou duas semanas no máximo, sem saber o que fazer, sem saber porque tá acontecendo tudo isso que descrevi acima, você acaba equivocadamente complementando o Leite Materno com Leite Artificial.

Lembrando que é normal o bebê perder em torno de 200g nos primeiros dias.

O bebê nasce com o reflexo de sucção, ou seja, ele sabe chupar, mas não sabe como. Cabe a nós ensiná-los a mamar corretamente, pois para o bebê chupar chupeta ou mamadeira é mais fácil que mamar.

• Se o bebê ainda está na fase de “aprender” a mamar e já na maternidade começa a usar chupeta, o que ele vai preferir? O mais fácil ou o mais difícil?  Chupeta ou o peito?

O que vai acontecer nessa situação? O bebê vai rejeitar o peito. E o que a mãe vai pensar? Que ela não tem leite suficiente e que o leite é fraco. Assim, mais uma situação de Leite Artificial dado precocemente para o bebê.

A mesma coisa pode acontecer com a mamadeira. O bebê já esta acostumado com o peito, já está craque mamando, mas começa a rejeitar o peito porque mamar na mamadeira é mais fácil que no peito.

A partir do 3º mês, o peito da mãe começa a voltar ao tamanho normal. Isso não quer dizer que diminuiu a quantidade de Leite Materno e sim que o organismo já se adaptou a quantidade suficiente de leite pro seu filho. Aqui a mãe tem a impressão que o leite diminuiu e acha que precisa, mais uma vez equivocadamente, complementar com Leite Artificial. 

A amamentação exclusiva nos seis primeiros meses é a melhor alimentação para o seu bebê. Quanto mais seu bebê mamar, mais seu organismo vai produzir leite. Por isso, no primeiro mês deixe seu filho mamar em livre demanda, e a partir do 2º mês com intervalos de no máximo 3h.

Vale salientar que, se a mãe passou pela primeira fase, o bebê não usa chupeta ou mamadeira e mesmo assim ele não está ganhando peso, fale com seu pediatra e peça maiores informações.

Lorena Braga, baby planner e consultora de amamentação.

Está passando por essa fase com algumas dificuldades? Entre em contato conosco:

(98)9144-5115 / lorena@minhababyplanner.com.br