Dicas de Mãe Archives - Pensando Estilo
“Nave Planetária” e “Xperience – Ciência e Diversão” fazem temporada no Shopping da Ilha
25/02/2017

Olha que dica maravilhosa para levar as crianças nesse feriadão de carnaval: Um Planetário com 5 metros de altura e um verdadeiro parque de diversões de experimentos científicos serão inaugurados hoje, dia 25 de Fevereiro, no Shopping da Ilha!

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Nave Planetária

O fascínio quando olhamos para o céu e vemos as estrelas é tão intenso quanto para nossos antepassados que viviam nas cavernas. Diferentemente deles, hoje a tecnologia nos leva cada vez mais longe pelo Universo. Levando em conta o encantamento causado pelos mistérios do universo, o Shopping da Ilha traz, de 25 de Fevereiro a 26 de Março a NAVE PLANETÁRIO, um belíssimo domo com capacidade para 50 pessoas com projeção em 360 graus.

Para fazer essa viagem e desbravar o espaço, você tem que ser astronauta ou simplesmente visitar o planetário “Nave Planetária” quando ele chegar na sua cidade. A “Nave Planetária”  é o primeiro planetário móvel 100% digital do Brasil, com tecnologia importada, filmes licenciados e dublados, ar-condicionado, projeção Full HD e uma cúpula com capacidade para até 50 pessoas. Ao todo são 30 minutos e exibição de filmes sobre os mais variados temas sobre o Universo, Big Bang, formação dos planetas e alguns especiais falando sobre a Terra.

Xperience – Ciência e Diversão:

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Como se formam os raios, por que ficamos de cabelo em pé, qual o truque que faz uma mulher virar gorila no circo, um rádio funcionando através de uma bicicleta ecologicamente correta? É hora de entender, na prática, questões ligadas às mais diversas áreas da ciência! Além do Planetário, a praça de eventos do Shopping da Ilha também receberá o evento “Xperience – Ciência e Diversão”, um parque com 19 aparelhos interativos, que transmitem conhecimento e lazer em cartaz até 26 de Março.

“Xperience – Ciência e Diversão” foi desenvolvido pelos mesmos criadores do Museu do Catavento, em São Paulo. É o 2º museu mais visitado do Brasil, explorando a ciência como fonte de conhecimento e diversão. Já levamos as crianças lá e elas amaram! Recomendo muitíssimo! 

Serviço:

Eventos Nave Planetária e Xperience – Ciência e Diversão

Local: Shopping da Ilha – Praça de Eventos -Av. Daniel de la Touche, 987 – Cohama, São Luís – MA, 65074-115

Data: até 26 de Março de 2017

Horários:De segunda a sábado, das 14h as 21h/ Domingos e feriados, das 12h às 19h

Ingressos:

  • XPERIENCE: 20 MINUTOS R$10,00
  • NAVE PLANETÁRIA: 30 MINUTOS: R$10,00
  • PACOTE PROMOCIONAL PARA OS DOIS EVENTOS: R$15,00

Informações: www.shoppingdailha.com.br e www.facebook.com/xperiencecienciaediversao e www.facebook.com/naveplanetaria

* Conteúdo obtido a partir de informações da assessoria de imprensa do Shopping da Ilha.





Ensaio mais lindo da vida! – “Dia das Mães”
09/05/2016

Acho que as fotos falam por si sós sobre o quanto fiquei encantada por elas. Foi lindo eternizar essa fase da infância dos meus filhos em fotografias belíssimas comigo. Fico imaginando eles já adultos, pais e relembrando esses momentos…

Já tô com vontade de fazer uma parte dois desse ensaio com meus minimodelos lindos! Babo demais mesmo com a beleza de meus filhos (mãe corujaça, rsrsrsrsrs). E agradeço muito a Deus todos os dias por eles, meu tesouro…

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Super recomendo o trabalho da fotógrafa Débora Santa Lúcia (@deborasantaluciafotografia), assim como a decoração da Laço de Festa (@laçodefestaslz) que fez esse cenário lindo mas trabalha com decoração de festas em geral, principalmente infantis. 





O autismo em minha vida
02/04/2016

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Hoje, dia mundial de conscientização do autismo, resolvi compartilhar um pouco da minha experiência nesse mundo. Meu anjinho azul André Luiz vai fazer cinco anos esse mês e estamos há quase três anos na batalha contra os sintomas autísticos. Faz tempo que eu queria contar sobre esta experiência aqui, mas não conseguia, sentia um nó na garganta, uma vontade de chorar, um misto de emoção (e medo) difícil de descrever… Por mais que eu encare as dificuldades da melhor forma e mais positiva possível, não é nada fácil declarar que você tem um filho diferente, embora quem o vê nem sempre perceba de imediato que ele é especial. Mil e uma coisas passam pela cabeça… Medo do preconceito, de seu filho ser rotulado e estigmatizado, de que ele sofra algum tipo de bulling, entre várias outras coisas… Mas eu e minha família (marido, filho e enteados) nunca escondemos que André Luiz tem TEA (Transtorno do Espectro Autista), e sempre procuramos tratar o fato com naturalidade, por considerarmos que o estigma vem do preconceito e a melhor forma de derrubá-lo é através da informação e natural inserção da criança que está no espectro em toda vivência social normal de uma criança de sua idade. Mas dizer no blog e nas redes sociais envolvia para mim mais dificuldades que pessoalmente devido à grande exposição que isto acarreta. Mas aqui estou no momento em que me senti preparada para compartilhar essa experiência de vida, pois acredito que todos que trabalham no universo da influência digital possuem também um papel social de compartilhar informações relevantes. E por mais que envolva um assunto de família, a qual eu procuro resguardar ao máximo de exposição na internet, trata-se de um tema que vai ajudar outras mães que estão passando pela mesma situação e terão uma ideia do que fazer e também alguém para trocar ideias e experiências. Sempre penso que ajudar o outro em suas necessidades mais tocantes é uma oportunidade que Deus nos dá…

Como tudo começou 

Nossa investigação começou quando o Andrezinho tinha cerca de dois anos, mas abro um parêntesis para contar que toda a minha gestação e o nascimento dele foi dentro da normalidade, ele nunca havia apresentado características ou qualquer indicativo de ser uma criança especial. Todos os exames e testes realizados no nascimento e aqueles feitos pouco tempo depois (testes da orelhinha, olhinho, pezinho, etc) deram normais, e todas as fases que vieram depois também, tais como balbuciar as primeiras palavrinhas, sentar no tempo certo, andar, etc. Com um ano o colocamos na escola e nos primeiros dias ele não chorou, mas só observava a sala, a professora e as crianças, não buscava a companhia de ninguém, mas ficava isolado, observando, como se estivesse analisando aquele ambiente novo. Não vimos nenhum problema neste comportamento pois era seu primeiro contato com a escola e podia ser uma característica de sua personalidade agir assim, isolando-se em um ambiente novo para depois fazer contato com os coleguinhas aos poucos. Mas daí, após a primeira semana a coordenadora no maternal chamou eu e o meu marido para conversar e nos alertou para o fato de que André não respondia quando chamavam ele pelo nome, não olhava nos olhos a professora ou quem com ele interagia, assim como gostava de brincar isolado dos demais. Meu marido entendeu que era uma alerta de autismo e sua primeira reação foi ficar chateado com essa coordenadora, achando que ela estava nos assustando por conta de detalhes que podem ser simplesmente uma fase passageira de criança como muitas que normalmente vemos ao longo da infância. De minha parte, me fez ficar mais atenta a estas informações, mas também acreditei que eram aspectos isolados e passageiros, até porque, pouco tempo depois, ele já estava adaptado à sala, à professora e aos amiguinhos, e gostava tanto das atividades que sempre se aborrecia quando tinha que mudar de uma para outra. Essa situação foi a primeira em que alguém notou algum sinal de que André é diferenciado.

Por volta dos dois aninhos dele percebemos que seu vocabulário era muito curto, na realidade praticamente não dizia nenhuma palavrinha, emitia só alguns sons, o que não nos apavorou num primeiro momento haja vista que nosso primeiro filho, o Marco Antônio, falou tarde e é um garoto inteligentíssimo. E de fala atrasada eu entendia qual a providência: levar na fonoaudióloga o quanto antes! E foi o que fizemos. A fono, a mais experiente da cidade, desconfiou que Andrezinho não ouvia bem e aconselhou levar num otorrinonaringologista. Isto nos surpreendeu, mas realmente descobri que nem sempre é fácil descobrir que seu filho não ouve perfeitamente. O otorrino passou exames auditivos, e para nossa maior surpresa André Luiz não estava ouvindo nada! Eu fiquei sem entender pois tinha o exame que comprovou que ele não nasceu surdo, mas ficou compreensível o que ocorria quando o médico diagnosticou uma otite indolor de ouvido médio. Até então eu não sabia que existia otite indolor! Ele explicou que esse tipo de otite geralmente se instala no primeiro ano da criança e a dele era do tipo que cria um líquido no fundo do ouvido impedindo a passagem do som. Daí iniciamos o tratamento com medicamentos para curar esta otite, que se mostrou persistente por quase um ano, por pouco não tivemos que deixar ele ser operado para a drenagem desse líquido, uma cirurgia em que o médico coloca um tubinho com essa finalidade, mas graças a Deus não foi preciso, ele ficou bom e os ouvidos limpos, daí, ao repetir os exames, foi descoberto que ele tinha realmente uma perda auditiva, independente da otive. Ao longo desse tempo de tratamento dos ouvidos ele foi fazendo fonoterapia, no que a fonoaudióloga constatou que ele tinha características de criança que estava no espectro, mas tinha duvidas também por conta da questão auditiva e por saber que a privação deste sentido causa alterações comportamentais. Daí a duvida: André Luiz estaria no espectro ou desenvolveu sintomas autísticos por conta da perda auditiva?

Nosso próximo passo foi levá-lo a São Paulo onde ele fez no Hospital Sírio Libanês todos os exames mais modernos para investigar problemas auditivos e na mesma oportunidade o levamos em um famoso psiquiatra infantil e em um famoso neuropediatra, sendo que ambos, após ver o resultado dos exames auditivos apontando uma perda auditiva severa e juntamente com a análise comportamental de André, verificaram que ele tinha características que o colocavam dentro do espectro autista, mas que não podiam fechar seu diagnóstico em razão da questão auditiva ainda não estar tratada, explicando que a privação sensorial da audição realmente faz surgirem sintomas semelhantes aos do autismo. Nesse caso, ficamos com esperança de que uma vez tratada a audição de André os sintomas poderiam desaparecer. Os dois profissionais recomendaram que ele fizesse a terapia comportamental ABA, que vou explicar do que se trata em outro momento. 

Então cuidamos de encomendar as próteses auditivas de Andrezinho, afim de que ele pudesse ouvir bem e participar das terapias da melhor forma possível. Vocês não imaginam como é difícil fazer uma criança pequena se acostumar a usar um aparelhinho no ouvido. E olha que ele já fazia terapia com tampão ocular por ter um estrabismo leve num dos olhinhos, então era mais um item para arduamente conseguir inserir na rotina dele, mas conseguimos. Um mundo novo se abriu com o uso do aparelho auditivo, ele passou a observar tudo melhor, ficou mais atento, porém, infelizmente, as características do espectro autista permaneciam… E não havia o que fazer de diferente, com diagnóstico ou não, já estávamos fazendo o que era indicado para a situação em que ele se encontrava comportamentalmente, que são a fonoterapia e o ABA.

Após meses de ABA aí sim minha criança já era outra, melhorou muitíssimo e desde então só evolui, faz ABA de segunda a sexta, uma hora e meia por dia e fonoterapia duas vezes na semana uma hora por sessão.

Ano passado, por conta de alterações no sono de Andrezinho (outra ocorrência muito comuns em crianças com TEA) e depois de e meu marido passarmos muitas e muitas noites em claro o levamos na neuropediatra e numa psiquiatra infantil, ambas excelentes profissionais, e as duas fecharam o diagnóstico do nosso anjinho. Ele possui TEA próximo do leve. Continua frequentando a escola normalmente, mas tem o acompanhamento de mediadora/tutora na sala de aula, escolhida e paga por nós, a fim de auxiliá-lo na compreensão das aulas e atividades. E nosso objetivo é que ele venha a ficar independente em sala de aula, se Deus quiser!

Muitas mães relatam o que chamam de luto quando descobrem que são mães de uma criança nessa situação, uma fase negra mesmo, de tristeza, como se o filho idealizado tivesse sido sepultado. Embora eu compreenda, não passei por esta fase, não como se fosse um luto, e dou graças a Deus por isso. Cada qual enfrenta de um jeito. Fácil não foi e continua não sendo, temos batalhas diárias e preocupações diferentes de quando se trata de um filho típico (como se chamam as crianças dentro do padrão neurológico normal), mas olhando pelo lado da missão de vida, do que Deus reservou para minha vida, sinto-me abençoada por ser escolhida para essa batalha. São tantas novas formas de ver o mundo através de um ser que é tão puro, tão cheio de amor genuíno, e isso me traz muita vontade de viver, de vê-lo feliz, de ser feliz para ele, pois ele demonstra uma singela preocupação em ver seus pais e irmãos felizes, é um espírito iluminado que tive o privilégio de gerar e estou tendo o de conduzir sua jornada na Terra.

Peço a Deus que nos dê sempre ânimo, renove as nossas esperanças, de todos os pais de crianças com TEA, tornando o amor pelos nossos anjinhos azuis o combustível para todas as lutas constantes com que nos deparamos dia a dia diante dessa caixinha de surpresas e emoções que são nossos filhos. E agradecendo sempre! Pois o que realmente somos é abençoados! Força e avante! Estamos juntos! 

 

Saiba mais sobre o diagnóstico do autismo clicando AQUI.





Dicas para as Mamães que vão começar a amamentar
04/02/2016

Fazia tempo que não tinha post na tag “Dicas de mãe” e aqui está um quentinho que vai para as futuras mamães leitoras do blog e para as várias que estão planejando engravidar.

Apesar de ser muito natural e já ter sido considerado um ato instintivo, a amamentação pode trazer algumas dúvidas, afinal, trata-se de um aprendizado, tanto para a mãe, quanto para o bebê. A ciência prova o que as nossas tataravós apenas intuíam: o leite materno é, de longe, o melhor alimento nos primeiros anos de vida. As chupetas, mamadeiras e fórmulas infantis ganharam espaço e esse saber se perdeu… Tenho muito orgulho de ter amamentado meus filhos e sei que isso trouxe um benefício enorme para a saúde deles.

dicas para quem vai amamentar

A composição do leite materno se modifica a cada mamada, que acompanha as necessidades do bebê. Além de conter proteínas e vitaminas, possui anticorpos, que diminuem os riscos de infecções respiratórias, alergias, e até previnem doenças crônicas. Para a mamãe também tem suas vantagens. Amamentar ajuda a perder peso e diminui o sangramento pós-parto. Além disso, pesquisas em 30 países constataram que o risco de câncer de mama diminui 4,3% a cada 12 meses de amamentação. 

A primeira vez

Conheça se possível, o hospital/maternidade onde fará seu parto. Converse com a equipe que irá atendê-la no parto e diga que você quer amamentar seu bebê na primeira hora de vida. Esse primeiro contato promove a proteção imunológica que o bebê precisa ao nascer, o que alimenta o bebê não é o leite, mas, sim, o colostro, um líquido amarelo com aspecto aguado. Ele é tão precioso que os médicos costumam chamá-lo de “primeira vacina”, além de ajudar no sucesso da amamentação. Ainda que ele não queira mamar e apenas cheire ou lamba seus mamilos, esse ato ajuda na criação do vínculo entre mãe e filho. 

Após partos normais e cesarianas não marcadas, o leite costuma aparecer nas primeiras 24 horas. Já as mulheres que não passaram por trabalho de parto podem demorar até cinco dias para ter leite, comprometendo a amamentação. Por isso, se você está grávida e pretende dar de mamar, leve em conta esse aspecto antes de agendar uma cesárea. 

- Distância de bicos artificiais

Os bicos de silicone, muitas vezes já indicados dentro das maternidades, só atrapalham a amamentação. Eles não permitem que a ordenha seja feita corretamente, diminuindo a quantidade de leite e ferindo os mamilos. Independente do tipo de mamilo que você tenha, não há necessidade de usar um intermediário, porque bebê não mama o bico e sim a aréola, onde estão concentrados os seios lactíferos, conhecidos como “bolsões de leite”.

- Esqueça a balança

Nos primeiros dias o bebê irá mamar apenas o colostro. Os seios ainda estarão macios e o bebê aprenderá a fazer a pega correta. Após três ou cinco dias, acontece a descida do leite e os seios ficarão mais cheios. Todo bebê perde peso no início, mas nós já nascemos com uma reserva de energia. Essa perda de peso é, em média, de 10%, e ele pode ser recuperado até um mês após o nascimento.
Como somos todos diferentes, os bebês também têm suas particularidades. Por isso, se algum médico disser que você precisa complementar a amamentação com leite artificial, busque a opinião de um especialista em amamentação que possa ajudá-la a corrigir possíveis problemas.

Ministério da Saúde adverte:

Segundo o Ministério da Saúde, os bebês devem mamar exclusivamente o leite materno até os seis meses. Isso significa que até essa idade eles não precisam de mais nada, nem água ou chá. Após esse período inicia-se a introdução de alimentos e a amamentação deve seguir, no mínimo, até dois anos.

“A amamentação é uma fase única e muito prazerosa! O fundamental é preparar a cabeça, predispondo-se a amamentar mesmo que surjam dificuldades. Pense que depois de levar seu filho no ventre, outra coisa que só você pode fazer por ele é amamentá-lo com o seu leite materno, preparado pela natureza especialmente para ele e melhor não existe!”

a importância da amamentacao até os 2 anos de idade





Academia de ginástica para crianças – My Gym Children’s Fitness Center
19/06/2015

Com o apelo dos brinquedos eletrônicos as crianças estão cada vez mais distanciadas de brincadeiras que envolvem movimentos corporais, gasto energético físico e interação social direta e presencial umas com as outras, problemática que tem resultado em aumento da obesidade infantil, dentre vários outros problemas de saúde, além do que as crianças não estão aproveitando a melhor fase da vida fazendo o que só nela é possível: brincar como criança! Uma oportunidade ímpar de desenvolver habilidades sociais e de inteligência emocional que trarão benefícios para a vida inteira!

Por isso é importante buscar meios de tirar as crianças do ciclo vicioso formado pela TV, tablet e video games para se exercitarem fisicamente brincando, missão que parece ser bem desempenhada pela franquia de academia para crianças que está sendo implantada aqui em São Luís, a MY GYM CHILDREN’S FITNESS CENTER, uma franquia americana que iniciou suas atividades em 1983, presente em mais de 80 países, sendo no Brasil em São Paulo, Goiânia, Salvador, Florianópolis e São Luís (os dois últimos em implantação) e tem como ideal um espaço físico voltado para estimulação, treinamento e desenvolvimento de crianças.

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A ideia de trazer a academia surgiu a partir da observação do cenário atual, onde se identificou a obesidade infantil, a descaracterização das atividades físicas para crianças e a falta de opções para estimular o aprendizado infantil.

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Mediante o conhecimento e experiência das sócias, Juliana Gomes e Beatriz Fontenele, percebeu-se a necessidade de trazer para São Luís este novo conceito de atividades voltadas para o mercado infantil.

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A unidade da My Gym em São Luís, através de parcerias, pretende unificar serviços, (entre eles reforço escolar, oficinas manuais e espaço para festas aniversário) em um mesmo local, visando conforto, qualidade e comodidade. Será uma força e tanto para nós mamães!

 

 

 

My Gym Children’s Fitness Center

 unidade São Luis

saoluis@mygymbrasil.com.br

Rua São José, nº 1, Ponta D’Areia

CEP: 65077-520

Tel.: (98) 3304 0063/ 99228 2196

www.mygymbrasil.com.br